Dívida e depressão tem solução
Que os juros bancários, e o endividamento de pessoas físicas e jurídicas são o câncer do século, não me resta a menor dúvida. Quando uma pessoa está devendo tem seus cinco desejos básicos estilhaçados: ser amado(brigas em família), ser reconhecido(sente-se fracassado), ser elogiado(é constantemente criticado), ser útil(sente-se impotente e incapaz) e ser livre(não consegue fazer absolutamente nada com restrições no nome, nem mesmo arrumar trabalho).
O endividamento se alastra em nível mundial cem vezes mais rápido do que a gripe suína, e a vacina para essa praga pouquíssimos laboratórios conhecem. A cura para esse grande mal é o conhecimento, a perseverança e a persistência, ingredientes esses que estão muito escassos no mercado jurídico, pois são pouquíssimos que se dispõem a defender que está endividado. Nem mesmo o estado nos oferece mecanismos de defesa nessas circunstâncias.
Reconhecimento Internacional
Diante da crise econômica global a Alemanha passou a enfrentar problemas que já fazem parte da rotina da população brasileira a muitos anos. A emissora alemã Deutsche Welle fez minuciosa pesquisa na internet em todos os órgãos(públicos e privados) brasileiros de defesa do consumidor e constatou que a ABC é a única realmente preparada para defender o consumidor diante do sistema bancário.(trecho do documentário traduzido em www.ongabc.org.br). A busca e apreensão de veículo recebeu destaque especial no documentário.
Reconhecida por especialistas - OAB
A ABC foi convidada em 26 de junho pela OAB/Mairiporã para ministrar palestra sobre o tema juros bancários para os advogados da região. A Palestra foi ministrada pelo Diretor Presidente da ABC que levou aos advogados da região de Mairiporã um pouco de seu conhecimento e experiência profissional na defesa dos devedores bancários.
Ação Judicial é a única saída para endividados -
Todo contrato bancário é repleto de irregularidades, tanto é que a maioria dos bancos se recusa a fornecer documentos aos consumidores principalmente para empresas. É exatamente nesses detalhes minuciosos que estão às soluções para reduzir bruscamente o valor das dívidas e ainda pagá-las de forma parcelada, adequadas ao orçamento de cada um.
A seguir vamos citar algumas das dezenas de vitórias obtidas pela ABC nos tribunais nesse primeiro semestre de 2009.
Financiamento de veículo – feita análise no contrato de financiamento, a ABC detectou que além da cobrança de juros sobre juros, também foi cobrado do consumidor a Tabela de Retorno no valor de 2.080,00. Após oito meses de ação judicial a ABC conseguiu reduzir o saldo devedor do financiamento de R$ 35.485,00 para 19.000,00, ou seja; R$ 16.485,00 a menor.
Cheque Especial – a consumidora Renata apresentou os extratos de sua conta corrente para a equipe da ABC. Após quatorze meses de ação judicial obteve-se uma redução na dívida de R$ 30.955,00 para R$ 7.000,00, economizando assim R$ 23.955,00.
Cartão de Crédito – após passar três anos pagando o mínimo e vendo sua dívida crescer ao invés de diminuir, Walter resolveu entrar com ação judicial com a administradora de cartões, e consegui reduzir sua dívida de R$ 15.250,00 para R$ 2.000,00.
Financiamentos Imobiliários Antigos – após 20 anos pagando seu imóvel e com o saldo devedor cada vez maior. A consumidora conseguiu obter judicialmente que os juros sobre juros deverão ser afastados do financiamento e substituídos pelos juros simples. Essa mudança na forma de aplicação dos juros representa numa redução de 80% do saldo devedor. Nesse processo ainda cabe recurso por parte do banco. Quero compartilhar com o amigo leitor uma verdadeira pérola que me foi enviada por um amigo de batalha. Trata-se de uma frase disparada por um ex presidente da Caixa Econômica Federal:
“A tabela price e o sistema de equivalência salarial foram feitos para enganar as pessoas.... Para esse sistema, o saldo devedor não baixa nunca...”
(Declaração do Sr.Sérgio Cutollo dos Santos, Presidente da CEF ao jornal Gazeta do Povo, Curitiba, em 09/11/1998, p.32)
Empresas se recuperam de endividamento
Duas empresas também tiveram sua vida financeira resgatas pela equipe da ABC nesse semestre. Em ambas todo o faturamento obtido era utilizado para cobrir parte do saldo devedor junto aos bancos. As mercadorias eram compradas dos fornecedores com cheques pós datados, e como eram compradas a prazo obviamente custavam mais caro, diminuindo assim a margem de lucro da empresa.
A ABC após detalhada reestruturação nas finanças dessas empresas, entrou com as ações judiciais, e as empresas pararam de depositar seus faturamentos aos bancos. Com isso passaram a comprar as mercadorias à vista, com preços bem menores, e consequentemente passaram a vender muito mais.
Os resultados judiciais também foram satisfatórios, uma das empresas teve a dívida de R$ 64 mil, encolhida para R$ 12.000,00, em doze parcelas fixas de R$ 1.000,00
Em outro processo onde estavam envolvidos cheque especial, descontos de duplicatas e vinte e dois empréstimos, a dívida de R$ 380 mil ficou por 90 mil em 15 parcelas, com juros de 1% ao mês.
A ABC quer através desses breves relatos mostrar aos consumidores sejam pessoas físicas ou jurídicas que todo problema tem conserto, basta utilizar a ferramenta correta, no momento certo. Obviamente protelar o problema é a pior escolha, o mal deve ser cortado pela raiz, antes que se alastre.
A ABC conta com equipe altamente qualificada em direito bancário, e está pronta para solucionar seus problemas. Faça uma consulta gratuita.