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O estudo e trabalho meticuloso apresentado pela ABC nos tribunais só poderiam resultar em grandes reduções nas dívidas dos consumidores. Nos processos a ABC apresenta estudos detalhados da evolução dos juros no mercado e apresenta provas incontestáveis de que mesmo o banco Central baixando os juros da Taxa Selic os bancos continuarão a praticar juros extorsivos no mercado.
Duas consumidoras conseguiram nessa semana reduções nas dívidas. No primeiro caso a consumidora Helena teve sua dívida reduzia de R$ 16.200,00 para R$ 1.300,00 parcelados adequando as parcelas ao atual orçamento da consumidora.
Em outro caso a consumidor e associada da ABC Maíza viu sua dívida reduzir de R$ 16.035,00 para 1.430,00 também parcelados.
Segundo o conceituado economista José Dutra Sobrinho, em entrevista ao jornal Diário de S.Paulo de 09/02/2009, “O número de endividados no cartão é grande porque os juros são abusivos e os clientes não conseguem pagar quando entram no rotativo”.
Falta de orientação prejudica devedores
Percebo claramente que grande parte dos devedores, não sabem explicar como sua dívida chegou a tal ponto, e pior ainda, não tem a mínima idéia de como sair do problema, pois estão totalmente cegos e não enxergam um palmo a sua frente.
ABC oferece consultas gratuitas com especialistas
Os especialistas em finanças da ABC, orientam os consumidores passo a passo como resolver o problema. Primeiro fazemos um estudo do valor total da dívida. Após verificamos a renda total da família, e a partir daí traçamos as estratégias a serem adotadas para solucionar o problema. Esse trabalho é oferecido para a população gratuitamente somente na unidade da ABC do Metrô Santana, onde o consumidor pode ter um contato direto com peritos judiciais e consultores especializados em dívidas e orçamento doméstico. É necessário agendar horário através dos fones 3564-3829 / 2950-4926.
Quando é vantagem aceitar o acordo?
Simples. O acordo somente é vantajoso quando o cartão oferece desconto considerável(cerca de 60%) no valor da dívida. Caso contrário dependendo do valor da dívida, é preferível que o consumidor entre com ação judicial, para buscar a redução da dívida e o pagamento das parcelas baseados em sua renda. Jamais comprometa mais de 20% de sua renda com dívidas de cartão de crédito ou de acordo, afinal você não sabe o dia de amanhã
Portanto consumidor, antes de se desesperar e ceder às pressões de bancos e escritórios de cobranças reúna suas faturas a partir da data em que passou a pagar o mínimo, e venha fazer uma consulta gratuita. Lembre-se, é necessário agendar horário através dos fones acima.
Diretor Presidente
Associação Brasileira do Consumidor-ABC Consultor Financeiro / Consultor do Programa Alessandra Scatena - Rede Brasil TV
Colunista de Defesa do Consumidor
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