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Empréstimo Pessoal
Conheça seus direitos
 
   
 

EMPRÉSTIMOS LEVAM POPULAÇÃO  À FALÊNCIA

COMO REDUZIR O SALDO DEVEDOR?

Se faz necessário comentar que nunca recebemos educação financeira, e o resultado disso está no endividamento da população em todas as classes sociais principalmente nas classes B, C, D e E.

para melhor exemplificar ao amigo internauta do porque dio endividamento, vamos dividir os empréstimos em duas categorias, que serão "Empréstimo Convencional" e "Empréstimo Consignado".

Empréstimo Convencional - é aquele utilizado para suprir buracos no orçamento.  O principal erro dos consumidores acontece quando pega um empréstimo para pagar dívidas de cheque especial e ou cartão de crédito, sim porque ele acaba contraindo mais uma dívida, e dentro de pouco tempo volta a dever no cartão de crédito ou na conta corrente, momento em que se instala o caos financeiro em sua vida.  

Para sair desse buraco negro o consumidor precisa recorrer ao judiciário, uma vez que todos os produtos bancários estão repletos de irregularidades, e sendo assim fazendo uma revisão judicial da dívida é possível buscar por reduções de até 90% do saldo devedor.   um dos principais erros está na forma que os juros são aplicados(juros compostos).  Veja como é possível reduzir a dívida ao substituir os juros compostos por juros lineares:

EMPRÉSTIMO PESSOAL
CÁLCULO DE PRESTAÇÃO JUROS COMPOSTOS X JUROS SIMPLES - TABELA PRICE
 
   
 
 
   
  Valor Financiado:
R$ 15.000,00
 
  Prazo:
36
 
  Taxa de juros anual nominal:
5,00
 
  Sua parcela a juros simples é de:
R$ 622,22
 
  Sua parcela contratada é de:
R$ 906,52
 
  A diferença apurada sobre cada parcela foi de:
R$ 284,29
 
  Você pagará a mais em seu contrato:
R$ 10.234,61
 

para fazer uma simulação gratuita de seu contrato clique aqui

Portanto, antes de sair por aí pegando empréstimos para pagar dívidas, consulte os especialistas da ABC, pois existem outras forma de resolver seu problema.


 

Empréstimo Consignado - é aquele cujo o valor da prestação mensal é débitado automaticamente na folha de pagamento do funcionário.

Estudos realizados pela Associação Brasileira do Consumidor – ABC demonstram que o principal agravante do endividamento populacional são decorrentes dos empréstimos consignados, pois esses são calculados de forma errada pelos agentes financeiros, e concedidos sem critérios rígidos aos consumidores que os solicitam.

 

Primeiro Erro – Consumidor sem contrato - Na maioria dos casos os empréstimos foram feitos fora do ambiente bancário, ou seja; os bancos enviam correspondentes até a empresas com uma simples proposta de adesão, onde o consumidor assina sem ficar com cópia, e no mês seguinte a prestação já vem descontada em seu hollerith. 

  

Segundo erro – Cálculo da margem de desconto sem critério - O principal erro que leva o consumidor ao endividamento perpétuo ocorre no ato da contratação do empréstimo consignado, pois o agente financeiro na efetua o cálculo da margem(atualmente em 20%) sobre o salário base, e sim sobre o salário Bruto.   Esse simples detalhe faz com que ocorra um desequilíbrio financeiro no transcorrer do contrato(em média 60 meses).  Vamos tomar como exemplo os funcionários públicos(municipal, estadual e federal) aposentados e pensionistas.

Os funcionários públicos somam ao seu salário base inúmeras gratificações e adicionais, duplicando assim seu salário bruto.   Porém, essas gratificações e adicionais sofrem oscilações, momento em que o funcionário público cai em desespero, vendo-se obrigado a recorrer ao banco para renegociar.  

 

Endividamento perpétuo - Em situação confortável, o banco nega-se a renegociar, afinal tem a garantia de receber.  Quando ocorre esse tipo de situação ao devedor desesperado aumento do limite do cheque especial, do cartão de crédito, e  oferece ao desesperado devedor um novo empréstimo com base em sua margem salarial, porém ao invés do desconto da prestação vir em seu hollerith, vem descontado diretamente em sua conta corrente simultaneamente com o crédito de seu salário.  Ou seja; para sobreviver o consumidor será obrigado a recorrer aos limites de crédito oferecidos, e ficará sem salário.

 

Prova 01: Ação Judicial nº , movida pela Associação Brasileira do Consumidor – ABC X Banco Itaú

 

Texto explicativo retangular com cantos arredondados: Consignado concedido com desconto direto em conta corrente 
Texto explicativo retangular com cantos arredondados: Ao ser creditado o salário, o mesmo foi totalmente tomado para cobrir o cheque especial

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RELATO: - E-mail recebido pela ABC em 28/01/2009-12h15

“Boa Tarde Senhores! Meu nome é José e preciso urgentemente de uma orientação sobre os descontos em folha de pagamento. Sou servidor público estadual em RS, e estou vivendo uma situação insustentável de dívidas. Tenho um salário bruto de R$ 1.580,00, mas à vários meses só venho recendo R$ 390,00. Tenho um empréstimo consignado em 48x R$ 322,00, porém após 14 meses pagando, tive um redução salarial devido a retirada de dois benefícios, onde tentei renegociar os descontos com o banco, porém disseram que não era possível. Não tive alternativa senão pegar  mais um consignado de 12x de R$ 272,00, porém esse descontado diretamente em minha conta corrente, mais plano de saúde... Fora que o líquido que cai na conta corrente o banco fica com uns R$ 200,00 para quitar o mínimo do cartão de crédito, me sobrando na verdade uns R$ 100,00 para viver.

Esses empréstimos consignados são todos de um mesmo banco e o cartão de crédito também. O que eu poderia fazer a respeito. Existe algum limite percentual de desconto em folha de pagamento para funcionário público ? Obrigado a quem puder ajudar.”

 

Dívidas afetam a segurança do estado

Diário de São Paulo 21/04/09 

Crédito fácil, rápido, na hora e sem comprovação de renda, sem cheque, e sem muita burocracia!

Você já reparou no número de anúncios publicitários, na televisão, em jornais, no rádio, terminais de metrô, em táxis ou mesmo na internet, que oferecem "dinheiro fácil"?

São tantas as vantagens oferecidas, como crédito por telefone, dinheiro em domicílio, liberação de crédito em até cinco minutos ou sem garantias que você pode se deixar levar pelo impulso. Cuidado! Muitas vezes, o que parece ser uma solução pode transformar-se em um grande problema.

É importante saber o que está por trás de toda esta publicidade e também no contrato que você vai assinar.

Ocorre que todo contrato de empréstimo e ou financiamento oferecido atualmente por bancos e financeiras, tem por príncipio de cálculo a Tabela Price, a mesma utilizada nos contratos de Financiamento Imobiliário.

A Tabela Price tem por princípio de cálculo a aplicação de juros sobre juros(juros capitalizados), o que é veementemente proíbido pela Súmula 121 do Superior Tribunal Federal - STF.

Portanto, o Consumidor pode e deve questionar esses juros judicialmente.

Calcule sua parcela expurgando os juros ilegais e extorsivos, e veja qual deveria ser o valor de sua parcela, e o quanto você estará pagando a mais em seu financiamento.Clique em  Calcular Parcela, e a seguir clique na opção "sim", fique tranqüilo, nosso arquivo não possui vírus.  

     

Pesquise! Existem hoje no mercado muitas empresas concedendo linhas de crédito pessoal.

Desconfie daquelas que oferecem muitas facilidades.

Informe-se no Banco Central, fone 0800 992345, ou pelo site www.bcb.gov.br, se a empresa tem autorização para realizar tais empréstimos.

Ligue para o cadastro de reclamações fundamentadas da Fundação Procon _ SP, fone 3824 0446, para verificar se não existem muitas reclamações contra a empresa.

Analise se as vantagens oferecidas atendem às suas reais necessidades.

Informe-se previamente se as taxas de juros cobradas não irão elevar demais o valor total de seu empréstimo.

Certifique-se de que as parcelas não irão comprometer o seu orçamento, dificultando o pagamento de outras despesas.

Guarde todo o material publicitário. Ele integra o contrato e suas informações devem ser cumpridas.

 


ATENÇÃO AO CONTRATO

Leia-o com atenção antes de assiná-lo. Não tenha pressa. Caso tenha dúvidas, recorra a um órgão de defesa do consumidor ou a um advogado de sua confiança.

Jamais deixe espaços em branco. Risque o que não for preenchido.

Não acredite em promessas verbais. Tudo o que for acordado deve fazer parte do contrato.

Verifique se a taxa de abertura de crédito (TAC) e o imposto sobre operações financeiras ou de crédito (IOF/IOC) estão inclusos no financiamento.

Os contratos do financiamento podem ser pré ou pós-fixados. No caso dos pré-fixados, o valor das prestações é sempre o mesmo. Já nos pós-fixados, o valor das prestações será atualizado mensalmente pelo índice estabelecido no contrato. Escolha uma destas opções.

Caso as parcelas não sejam pagas na data de seu vencimento, fique atento aos encargos previstos no contrato, como multa, juros de mora e comissão de permanência. Lembre-se: de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a multa por atraso no pagamento não pode ultrapassar 2%.

Lembre-se: caso você tenha que efetuar o pagamento de sua parcela em atraso em uma empresa de cobrança, os honorários advocatícios e outras despesas não poderão ser cobrados.

Exija uma cópia do contrato. Ela é a sua garantia.



IMPORTANTE

Saiba que algumas empresas condicionam a liberação de seu empréstimo a uma análise de seu crédito e à aprovação de seu cadastro.

Muitas empresas oferecem um seguro que garante a quitação do saldo devedor em caso de morte, invalidez ou desemprego. Informe-se.

Depois de assinado o contrato, todos os valores que deixarem de ser pagos e se caracterizarem como descumprimento do mesmo poderão ser cobrados judicialmente.

Saiba que se você deixar de pagar em dia uma das parcelas, seus dados poderão ser incluídos na SERASA (Centralização dos Serviços dos Bancos) e no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), desde que você seja notificado antecipadamente e por escrito.

Em caso de atraso nas parcelas, lembre-se de que a empresa credora não é obrigada a renegociar sua dívida. Fica a critério da empresa decidir sobre um novo acordo.


ATENÇÃO!

1-Evite surpresas. Não empreste seu nome para terceiros.
2-Nunca faça um empréstimo apenas por meio de contato telefônico.
3-Jamais deposite valores em contas bancárias de pessoas físicas.


O QUE DIZ O CÓDIGO

Os contratos de financiamento, como todo contrato de adesão, em que as cláusulas já vêm preestabelecidas, devem ser redigidos de forma clara, de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor.

As cláusulas que limitam os direitos do consumidor devem aparecer sempre em destaque.

O consumidor pode liquidar seu débito antecipadamente, em sua totalidade ou parcialmente, mediante a redução proporcional dos juros e demais acréscimos.

É considerada prática abusiva prevalecer-se da fragilidade do consumidor para impingir-lhe a venda de qualquer serviço.

É proibida toda publicidade enganosa que possa induzir o consumidor a erro.

O consumidor pode exigir a correção de seus dados em cadastros de proteção ao crédito, em um prazo de cinco dias, quando eles estiverem incorretos.

Associação Brasileira do consumidor, lutando pelos seus direitos.
O Código de Defesa do Consumidor não permite que o fornecedor, na cobrança de dívida, ameace ou  faça o devedor passar vergonha em público.


 
       
 
 
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